Literatura

Lee Child

12/03/2015

  Lee Child Lee Child é o nome artístico de Jim Grant, escritor nascido na Inglaterra, em 1954. Atualmente, ele […]

Leia Mais

John Sack

09/04/2014

Formado em Língua Inglesa pela Universidade de Yale, John Sack nasceu em 1938, em Ohio, EUA. Na juventude, Sack passou dois anos sob a tutela de Thomas Merton em um mosteiro no Kentucky e, mais tarde, fez um retiro num ashram hindu em Gabeshpuri, na Índia. Sack trabalhou como redator nas áreas de computação e astrofísica. Ele é autor de livros técnicos de informática e também de The Wolf in Winter (O lobo no inverno), onde narra a trajetória de São Francisco de Assis quando era jovem. A pesquisa para um segundo livro, em que contaria a vida adulta do santo, o inspirou a escrever A conspiração franciscana. – See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/autores/ver/33#sthash.JL1y8xcp.dpuf

Leia Mais

Aghata Christie

09/04/2014

A rainha do crime
Agatha Christie é, e sempre será, a Rainha do Crime. Soberana dos romances policiais, vendeu bilhões de livros pelo mundo e foi traduzida para 45 línguas, sendo ultrapassada em vendas somente pela Bíblia e por Shakespeare. Nasceu Agatha Mary Clarissa Miller, em 15 de setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay, mais precisamente na mansão Ashfield. Cresceu ouvindo as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas por sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que lhe incentivou a começar a escrever contos, quando um forte resfriado fez a menina Agatha ficar alguns dias de cama. Anos mais tarde, continuaria escrevendo encorajada por Eden Phillpotts, teatrólogo amigo da família. Já famosa diria que, no início, todas as suas histórias eram melancólicas e que a maioria dos personagens morria no final.
Em 1914, casou-se com o Coronel Archibald Christie (a quem ela chamava de Archie), piloto do Corpo Real de Aviadores. Com ele, além de herdar o nome com a qual se tornaria a maior celebridade dos romances policiais, Agatha teve uma filha, Rosalind. Deram a volta ao mundo juntos e, ao lado dele, a jovem Agatha chegou até a surfar em Honolulu. O divórcio entre os dois aconteceria em 1928.
O romance de estreia daquela que viria a se tornar a Rainha do Crime, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial. Foi depois de trabalhar como enfermeira, quando fora transferida para o dispensário que, junto aos medicamentos, voltou a pensar na ideia que mudaria para sempre a sua vida, como mostra o texto publicado em sua Autobiografia (publicada no Brasil em 1979 pela editora Nova Fronteira):
“Foi quando trabalhava no dispensário que concebi a ideia de escrever uma história policial. Essa ideia permanecia em minha mente desde o tempo em que Madge [sua irmã] me desafiara a escrevê-la – e meu atual trabalho parecia oferecer a oportunidade favorável. Ao contrário da enfermagem, onde sempre havia o que fazer, o serviço do dispensário tinha períodos muito atarefados e outros mais frouxos. Às vezes eu ficava de serviço só a parte da tarde, praticamente sentada o tempo todo. Depois de verificar que os frascos de remédios estavam cheios e em ordem, tinha liberdade para fazer o que quisesse, desde que não abandonasse o dispensário. Comecei a considerar que espécie de história policial poderia escrever. Visto que estava rodeada de venenos, talvez fosse natural que selecionasse a morte por envenenamento. Congeminei um enredo que me parecia ter possibilidades. Essa ideia permaneceu na minha mente, gostei dela e, finalmente, aceitei-a. Depois tratei da dramatis personae. Como? Por quê? E tudo mais. Teria que ser um envenenamento íntimo, devido à maneira especial como seria acometido o crime; teria que passar-se em família, ouso dizer assim. Naturalmente, teria que aparecer um detetive. Nessa altura, achava-me mergulhada na tradição de Sherlock Holmes. Por isso pensei logo em detetives. Não poderia ser como Sherlock Holmes, é claro: teria que inventar algo diferente, bem meu, mas também ele teria que ter um amigo íntimo, uma espécie de ator contracenante – não seria tão difícil assim! Retornei a meus pensamentos a respeito dos outros caracteres. Quem seria assassinado? (…) O verdadeiro objetivo de uma boa história policial é que o assassino seja alguém óbvio e que, ao mesmo tempo, por certas razões, descubramos que não é óbvio, e que, afinal, possivelmente não fora essa pessoa que cometera o crime.”
E assim nasceu O misterioso caso de Styles, trazendo pela primeira vez o detetive belga Hercule Poirot, personagem que conseguiria ser quase tão popular quanto Sherlock Holmes. E não só esse livro, como outros, foram influenciados pelo trabalho de Agatha no dispensário e possuem mortes por envenenamento.
Em 1926, após ter lançado a média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu aquela que ficou conhecida como sua obra-prima: O assassinato de Roger Ackroyd. O livro, primeiro publicado pela editora Collins, marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou meio século e rendeu 70 títulos. O assassinato… foi também o primeiro dos livros de Agatha a ser dramatizado – sob o nome de Álibi – e a fazer sucesso na West End de Londres. Mas o seu mais famoso texto levado ao teatro, A ratoeira, estreou em 1952 e é a peça que mais tempo ficou em cartaz em toda a história.
Agatha casou-se pela segunda vez em 1930 com o arqueólogo Sir Max Mallowan, 14 anos mais jovem. E foi ao lado dele que a escritora viajou para o Oriente Médio, apaixonou-se pelo Egito e inspirou-se para criar histórias como Morte no Nilo e E no final a morte.
Em 1971, Agatha recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Faleceu em 12 de janeiro de 1976, de causas naturais, aos 85 anos de idade em sua residência (Winterbrook), em Wallingford, Oxfordshire. Foi enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.
Além de um patrimônio avaliado em 20 milhões de dólares, deixou algumas obras prontas, publicadas postumamente, como Um crime adormecido, sua Autobiografia e a coleção de pequenas histórias Os casos finais de Miss Marple, Enquanto houver luz e Problem at Pollensa.
Ao todo, é autora 66 novelas policiais, 163 histórias curtas, duas autobiografias, vários poemas, e seis romances “não crime” com o pseudônimo de Mary Westmacott. Pioneira em criar desfechos impressionantes, verdadeiras surpresas para os leitores, seus textos seguem fascinando as novas gerações.
Sua única filha, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos e, assim como a mãe, de causas naturais. A partir de então, os direitos sobre a obra de Agatha Christie passaram a pertencer ao seu neto, Mathew Princhard

Leia Mais

Taylor Caldwell

09/04/2014

Janet Miriam Holland Taylor Caldwell, mais conhecida como Taylor Caldwell (7 de Setembro de 1900 – 30 de Agosto de 1985) foi uma escritora britânica. Autora de ficção popular, também utilizou em suas obras os pseudônimos Marcus Holland e Max Reiner, além de seu nome de casada de Miriam J. Reback. Taylor Caldwell nasceu em Manchester, Inglaterra, em uma família de ascendência escocesa. Sua família descendente do clã escocês MacGregor de que os alfaiates são um clã subsidiária. Em 1907, ela emigrou para os Estados Unidos com seus pais e irmão mais novo. Em colaboração com seu segundo marido, Marcus Reback, ela escreveu alguns de seus vários livros que se tornaram “best-sellers”.

Leia Mais

Christopher Riech

09/04/2014

Christopher Reich é americano, nascido em Tóquio. Formado em Relações Internacionais pela Georgetown University, Reich trabalhou num banco em Genebra, na Suiça. No segundo dia no emprego teve a inspiração para escrever seu primeiro livro, Numbered Account. Depois disso, decidiu abandonar a carreira no banco para se dedicar à literatura. Em 2006 ganhou o International Thriller Award of Best Novel – See more at:

Leia Mais

Richard Dübell

09/04/2014

Richard Dübell é um autor de romances históricos conhecidos. Após o sucesso de seus primeiros livros da editora Nymphenburg / Langen-Müller Herbig Dübell juntou a editora Luebbe que seus livros de capa dura na casa Ehrenwirth e seus rascunhos em Bastion-Luebbe publicado. Além de suas atividades literárias, ele lidera uma oficina de escrita , oferece duas aulas à noite, bem como retiros de fim de semana e férias, e trabalhando como cartunista e artista gráfico.

Richard Dübell é um dos padrinhos do projeto art.131 do Ministério da Cultura da Baviera, que se dedica à tarefa de arte e produção cultural a ter em escolas da Baviera. Dübell está envolvido em dois projetos: uma oficina de escrita e um romance comunidade do projeto. Além disso, ele está envolvido: introduzir o ofício da escrita e da cultura da leitura para os jovens, especialmente em escolas secundárias .

Para suas leituras, juntamente com o DJ e engenheiro de som Maik O. Klein, ele cunhou o termo “leitura de mídia”, em que música e efeitos sonoros são misturados com o texto lido.

A cidade de Landshut Richard Dübell agraciado com o Prêmio Cultura em 2003, e dedicado “seu” autor local o décimo episódio do Festival de Literatura Landshut 2006.

Dübells romance ” Os Drapers “está sendo adaptado em um roteiro em que colabora o próprio autor. Seu romance ” O Imperador do Milênio “leva a tese da Idade Média inventou diante. Em ” Bíblia do Diabo “é dedicado a um dos artefatos mais enigmáticas da história da igreja medieval, o Codex Gigas . Trilogia Bíblia A inteira do diabo, ” Bíblia do Diabo “,” A Escala da Bíblia do Diabo “e” A Herdeira da Bíblia do Diabo “foram traduzidos para 14 idiomas em todo o mundo, existem ideias para a conversão em um jogo de tabuleiro e um filme.

Leia Mais

José Rodrigues dos Santos

09/04/2014

José Rodrigues dos Santos é hoje um dos jornalistas mais influentes para as novas gerações e no panorama informativo nacional. No entanto, além da sua mais conhecida faceta como jornalista, José Rodrigues dos Santos é também um ensaísta e romancista. Especialmente nesta última vertente, tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada. Até ao final de 2012 publicou quatro ensaios e dez romances. O romance de estreia, intitulado A Ilha das Trevas foi reeditado pela Gradiva, em 2007, actual editora do autor.

Em 2005, José Rodrigues dos Santos estabeleceu um acordo com uma das principais editoras a operar nos Estados Unidos, a Harper Collins, com o objectivo de lançar naquele país a obra O Codex 632. O livro foi apresentado na Book Fair America de 2007 como um dos principais lançamentos daquela editora, estando agendada a sua publicação para o dia 1 de Abril de 2008 sob a chancela da William Murrow, um dos principais selos do grupo. O livro estará à venda na Barnes & Noble e na Borders, as duas principais livrarias dos EUA. Entretanto, outro acordo foi obtido pelo autor e pela Gradiva com o Gotham Group, uma empresa de Los Angeles ligada às principais produtoras de Hollywood, tal como a Paramount, Twentieth Century Fox ou a Universal Studios, com o objectivo de adaptar O Codex 632 ao cinema. A acontecer, José Rodrigues dos Santos será o segundo autor português, a seguir a José Saramago com Ensaio sobre a Cegueira, a ver uma obra ser transposta para o cinema pelos estúdios de Hollywood.

Conforme é descrito no site da RTP, José Rodrigues dos Santos é um homem que perante os sérios problemas de um mundo em constantes convulsões não perde o sentido de humor, sendo-lhe atribuída a frase irónica: “Ainda não percebo porque é que o meu boneco do Contra Informação tem as orelhas tão grandes…”

Leia Mais

Jô Soares

09/04/2014

Além de um grande escritor Jô Soares também tem uma linda carreira na TV, teatro e cinema.
José Eugênio Soares nasceu em 16 de janeiro de 1938. Até à adolescência viveu nos Estados Unidos e na Europa. Voltou ao Brasil quando o seu pai perdu todo o dinheiro na Bolsa de Valores. Com a idade de 18 anos, José ingressou no Instituto Rio Branco, para seguir carreira diplomática. Sempre divertido, de humor rápido e inteligente, o jovem gostava de entreter seus colegas com casos e piadas.

Leia Mais

Harlan Coben

09/04/2014

Harlan Coben (nascido em 4 de Janeiro de 1962) é um autor americano de livros. Os seus livros são do gênero “Mistério”, onde muitas vezes suas histórias envolvem casos de eventos não resolvidos no passado, como homicídios e acidentes fatais, onde até o fim do livro ocorrem diversas reviravoltas.

Coben nasceu em uma família Judia, em Newark, Nova Jersey, mas foi criado e educado em Livingston, Nova Jersey, com o amigo da família de infância e futuro Politico Chris Christie em High Shool. Ao Estudar Ciências Politica na Amherst College, ele era um mambro da Psi Upsilon Fraternidade com o Autor Dan Brown. Depois de Amherst, Coben trabalhou na Indústria de viagens, em uma empresa de propriedade de seu Avô. Ele Agora Vive em Ridgewood, Nova Jersey com sua esposa, Anne Armstrong-Coben MD, uma pediatra, e seus quatro filhos.

Coben estava em seu último ano na faculdade, quando ele percebeu que queria escrever. Seu primeiro livro foi aceito quando ele tinha vinte e seis anos , mas depois de publicar dois suspenses independente na década de 1990 ( Play Dead em 1990 e Cure Miracle em 1991 ), ele decidiu por uma mudança de direção e começou uma série de Suspenses com seu personagem Myron Bolitar . As novelas da popular série, segue s contos de um ex- jogador de basquete virou agente desportivo ( Bolitar ) , que muitas vezes se encontra a investigar assassinatos envolvendo seus clientes. Coben ganhou um prêmio Edgar , um prêmio Shamus e um prêmio Anthony , e foi o primeiro escritor a ter recebido todos os três. Ele também é o primeiro escritor em mais de uma década para ser convidado a escrever ficção para a The New York Times. Ele escreveu um conto intitulado “The Key to my Father,em portugues, “a chave para o meu Pai “, que apareceu 15 de junho, 2003.

Em 2001 ele lançou seu primeiro suspense independente desde a criação da série de Myron Bolitar em 1995 , Não Conte a Ninguém , que passou a ser seu romance best-seller até hoje. O diretor de cinema Guillaume Canet fez o livro em um Suspense francês,

Ne le dis à personne em 2006. Coben seguido Não Conte a Ninguém , com mais nove romances autônomos. Seu romance 2008 Confie em Mim foi lançado em 15 de abril de 2008 e tornou-se seu primeiro livro para estrear em 1 º lugar na lista do New York Times Best Seller.

Atualmente seu ultimo livro foi Six Years não Lançado no Brasil de 2013, e o ultimo que sera lançado em 2014 Missing You

Leia Mais

James Rollins

08/04/2014

James Rollins é autor de quinze thrillers internacionais, todos eles best-sellers do New York Times, e os seus livros estão publicados em mais de quarenta países. A sua Série Força Sigma, na qual se inserem A Colónia do Diabo e Linhagem Sangrenta, foi considerada «no topo das boas leituras» (New York Times) e uma das «melhores leituras de verão» (revista People). Em cada romance revelam-se mundos invisíveis, descobertas científicas e segredos históricos em que a ação tem um ritmo alucinante e as narrativas são inteiramente originais.

Leia Mais